Em estudos realizados em Londres, foi demonstrado que o risco de VIH para as prostitutas (trabalhadoras do sexo) não se deve às relações comerciais em que participam - durante as quais utilizam contraceptivos de barreira - mas às suas relações não comerciais, durante as quais é muito menos provável que utilizem contraceptivos de barreira.
Ao mesmo tempo, um documento conexo concluiu que não se podia presumir que os parceiros masculinos das prostitutas estivessem em risco se esta fosse a sua única atividade de risco.
Estudos demonstraram que a prevalência do VIH nas prostitutas inglesas é idêntica à de outras mulheres que frequentam as clínicas GUM.
Referência:
- Ward H, Day S, Mezzone J, et al . Prostituição e risco de VIH: prostitutas em Londres. Brit Med J 1993;307:356-8
- Mc Grath-Lone L et al. . The sexual health of female sex workers compared with other women in England: analysis of cross-sectional data from genitourinary medicine clinics. Sex Transm Infect. 2014 Feb 3
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