Nas doenças digénicas, dois genes interagem para produzir um fenótipo de doença.
Muitas vezes, o principal modo de hereditariedade é mendeliano simples, com outro gene a modular a gravidade da doença. Um bom exemplo é a variabilidade da fibrose quística em doentes com a mesma mutação de deleção na posição 508 do gene CFTR.
A primeira doença digénica verdadeira poderá ser algumas formas de distrofia muscular das cinturas.
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