Os números nos ensaios reflectem-se na hipótese nula e nas probabilidades relativas de erros de tipo 1 e de tipo 2.
O erro de tipo 2 surge em ensaios de comparação, por exemplo, antidepressivo A versus antidepressivo B, em que este último é o tratamento antigo. A hipótese nula afirma que não há diferença. Se A parecer melhor, testar o erro de tipo 1. Se parecerem iguais, testar o erro de tipo 2, uma vez que pode ser necessário aumentar o poder do ensaio através do aumento do número de pessoas no ensaio.
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