A medição da mobilidade da coluna vertebral envolve várias etapas:
- pedir ao doente que se ponha de pé sobre os dedos dos pés, verificando assim a flexão plantar do pé e a raiz nervosa S1. Se necessário, testar cada pé separadamente, apoiando-os com um braço estendido. Pedir que se balance sobre os calcanhares - teste de L4/L5
De seguida, testar os movimentos das costas:
- testar a flexão e a dosiflexão, medindo a alteração do comprimento de uma linha vertical traçada na região lombar das costas, ou seja, uma linha traçada a partir da junção lombossacra até 10 cm acima e 5 cm abaixo deve alargar-se pelo menos 5 cm. Verificar quanto movimento se deve à flexão das costas e quanto se deve ao movimento das ancas.
- A flexão lateral pode ser quantificada pelo nível até ao qual o doente pode deslizar a mão pela parte lateral de cada coxa.
- Em seguida, com o doente sentado para evitar a torção da anca, a rotação da coluna torácica pode ser avaliada pedindo ao doente que se rode com os braços cruzados.
- Os movimentos costovertebrais são avaliados pedindo ao doente para inspirar e expirar: a distância entre a inspiração e a expiração máximas é normalmente de 5 cm.
- o pescoço deve ser examinado se necessário.
- Pede-se então ao doente que se deite em decúbito dorsal e efectua-se o teste de elevação da perna direita.
- realizar testes neurológicos de potência; sensação - testar a zona da sela; reflexos - joelho, tornozelo, Babinski; fazer um exame rectal - verificar o tónus, a potência, a sensação
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