Não existe uma medida conveniente da função diastólica. As mais utilizadas são:
- a constante de velocidade (tau) da queda de pressão do ventrículo esquerdo durante o relaxamento isovolumétrico
- pico da taxa de enchimento do ventrículo esquerdo, determinado por varrimento MUGA
Todas as medidas da função diastólica dependem da frequência cardíaca, da carga ventricular e da função sistólica.
Na disfunção diastólica, perde-se o recuo passivo do ventrículo durante a diástole inicial, o que resulta numa queda tardia da pressão ventricular esquerda. Pode também haver uma maior dependência da atividade auricular para encher o ventrículo.
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