A situação mais comum é com uma extremidade cega do esófago com uma fístula imediatamente proximal do esófago distal, imediatamente proximal à carina. A traqueia está em comunicação com a extremidade inferior do esófago, ou seja, a porção que deveria ter continuado a partir do ponto da bolsa cega.
Uma variante rara da fístula traqueoesofágica envolve a comunicação entre um esófago intacto e a traqueia, o chamado tipo H.
Referência
- Durkin N, De Coppi P. Anatomia e embriologia da fístula traqueo-esofágica. Semin Pediatr Surg. 2022 Dec;31(6):151231.
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