A hipercaliemia é frequentemente assintomática e é descoberta durante as análises laboratoriais de rotina.
Os doentes com hipercaliemia grave podem queixar-se de sintomas não específicos:
- função muscular
- parestesias
- fraqueza muscular
- fadiga
- função cardíaca
- arritmias
- dor no peito que imita um enfarte do miocárdio, juntamente com suores, náuseas, vómitos, letargia extrema, fraqueza e vertigens (1,2)
Os seguintes exames podem ser utilizados para avaliar a suspeita de hipercaliemia:
- repetir a medição do potássio no soro para identificar pseudo-hipercalémia
- outros estudos laboratoriais incluem
- bioquímica do sangue para avaliar a função renal - creatinina sérica, ureia, BUN, etc.
- electrólitos e creatinina na urina
- análise de gases no sangue arterial
- podem ser necessárias outras investigações para examinar doenças coexistentes:
- medição da glucose sérica - para avaliar a hiperglicemia
- medição da renina, aldosterona e cortisol séricos - para investigar melhor a função renal e suprarrenal
- considerar a realização urgente de ECG em doentes com
- potássio sérico >6,5 mmol/L (a hipercalemia grave pode ainda estar presente em doentes sem alterações óbvias no ECG)
- sintomas de hipercaliemia
- suspeita de hipercaliemia de início rápido
- doença renal subjacente, doença cardíaca ou cirrose com um novo caso de hipercaliemia (1,2)
É necessário um tratamento de urgência se o potássio sérico subir ≥6,5 mmol/L ou se houver alterações do ECG associadas à hipercaliemia (3).
Referências:
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