O adenocarcinoma é o tipo mais comum de tumor maligno do intestino delgado. Agrupam-se num raio de 25 centímetros de cada lado da flexura duodenojejunal; o carcinoma ileal é raro, exceto o que é secundário à doença de Crohn.
A frequência máxima do carcinoma situa-se na sétima década, com uma distribuição igual entre os sexos. A apresentação clínica é de hemorragia oculta e obstrução parcial ou, se mais proximalmente no duodeno, dor epigástrica, vómitos e iterícia.
As medidas de investigação incluem endoscopia com biopsia e estudos baritados. O tratamento é feito por ressecção cirúrgica: mais proximalmente, pode ser suficiente uma pancreaticoduodenectomia; mais distalmente, é necessária uma ressecção intestinal e mesentérica.
O prognóstico é mau - 15-25% aos 5 anos - principalmente devido à progressão insidiosa do tumor.
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