Trata-se de uma lesão muito comum que afecta a extremidade distal do rádio. Foi descrita pela primeira vez por Abraham Colles em 1814, que relatou uma fratura transversal do rádio, a menos de 1 polegada do pulso, com deslocamento dorsal e angulação dorsal do fragmento distal.
O termo fratura de Colles é frequentemente utilizado como epónimo para as fracturas distais com angulação dorsal. Estas fracturas do rádio distal são frequentemente causadas por uma queda sobre uma mão estendida com o pulso em dorsiflexão, causando tensão no aspeto volar do pulso, fazendo com que a fratura se estenda dorsalmente. A fratura é mais frequente em mulheres idosas pós-menopáusicas e osteoporóticas.
É uma das fracturas mais comuns encontradas na prática clínica, representando um sexto de todas as fracturas de adultos que dão entrada no serviço de urgência. (2)
Referência
- Sharp JW, Edwards RM. Ilustração do currículo básico: "Colles", fratura angulada dorsalmente do rádio distal. Emerg Radiol. 2019 Dec;26(6):699-700.
- Lim JA, Loh BL, Sylvestor G, Khan W. Manejo perioperatório de fraturas do rádio distal. J Perioper Pract. 2021 Oct;31(10)
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