O diagnóstico de assistolia é feito num doente sem pulso, num aparelho de ECG em que as derivações estão corretamente ligadas e o ganho está totalmente aumentado. Este ritmo pode ser precedido por uma bradicardia agónica.
A assistolia é o ritmo de paragem mais comum na infância e na adolescência e é normalmente a última via comum de insuficiência respiratória ou circulatória.
Ao contrário da reanimação de adultos, não se procede à desfibrilhação ou a um batimento praecordial, a menos que se tenha a certeza de que está a ocorrer fibrilhação ventricular, uma vez que a fibrilhação ventricular é um ritmo raro e invulgar na infância.
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