- com base num estudo observacional (1) que envolveu 73 crianças com enxaqueca. Estas crianças foram seguidas durante 40 anos
- 29% dos participantes no estudo tinham tido crises de enxaqueca pelo menos uma vez por ano durante o período de acompanhamento
- mais de 50% dos membros do estudo referiram ter enxaquecas na casa dos 50 anos
- 25% dos doentes deixaram de ter enxaquecas aos 25 anos de idade
O início precoce da enxaqueca parece ser preditivo de um resultado menos favorável em idades mais avançadas. Alguns estudos sugerem que o início da enxaqueca numa idade muito jovem representa um fator de prognóstico desfavorável para a persistência da enxaqueca em idades mais avançadas. Algumas caraterísticas clínicas podem mudar durante a evolução clínica e a persistência ativa da enxaqueca pode levar a um aumento da alodinia. (2)
Um estudo relatou uma melhoria de 80% nas enxaquecas até aos 10 anos de idade. (3)
Referência:
- Bille B. A 40-year follow-up of school children with migraine. Cephalgia 1997;17:488-91.
- Marchese F et al. Enxaqueca em crianças com menos de 6 anos de idade: Um estudo de acompanhamento a longo prazo. Eur J Paediatr Neurol. 2020 Jul;27:67-71
- Dooley J, Bagnell A. O prognóstico e o tratamento das dores de cabeça em crianças - um acompanhamento de dez anos. Can J Neurol Sci. 1995 Feb;22(1):47-9.
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