Um diagnóstico diferencial consiste em duas listas:
1. Os diagnósticos mais prováveis - com base na probabilidade
2. Graves ou tratáveis - menos prováveis mas importantes
Existem também diagnósticos "novos" que raramente devem ser incluídos
ref: AS Elstein et al citado por Robin C Fraser em Clinical Method: a general practice approach 2e 1992 Butterworth Heinemann
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