Com base em:
- o tipo ou tipos de crises
- idade da criança aquando do início da crise
- história familiar
- quaisquer achados neurológicos ou de desenvolvimento associados
- EEG - um EEG deve ser efectuado apenas para apoiar o diagnóstico de epilepsia em crianças e jovens. Se um EEG for considerado necessário, deve ser efectuado após a segunda crise epilética, mas pode, em determinadas circunstâncias, conforme avaliado pelo especialista, ser considerado após uma primeira crise epilética (1)
As quatro síndromes epilépticas mais comuns nas crianças são
- epilepsia Rolândica benigna da infância
- epilepsia mioclónica juvenil
- epilepsia de ausência típica de início na infância
- epilepsias criptogénicas/sintomáticas, relacionadas com a localização
Note-se que se recomenda que todas as crianças que tenham tido uma primeira crise não febril sejam observadas o mais rapidamente possível por um especialista no tratamento das epilepsias, de modo a garantir um diagnóstico preciso e precoce e o início da terapêutica adequada às suas necessidades (1)
Referência:
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