Entre 10 e 40%, e em algumas séries até 70%, dos doentes desenvolvem aneurisma ou estenose da artéria coronária.
O prognóstico depende do diâmetro dos aneurismas; os menores de 4 mm normalmente regridem completamente, enquanto os maiores tendem a deixar sequelas permanentes. Em 5 a 10% dos doentes há sequelas permanentes, incluindo trombose, estenose ou rutura das artérias coronárias.
A miocardite ou o enfarte do miocárdio são as principais causas de morte.
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