Estas podem incluir
- prematuridade - os gémeos tendem a dar à luz por volta das 37 semanas e os trigémeos por volta das 33 semanas. Assim, o parto prematuro, definido como inferior a 37 semanas, ocorre em 20-50% das gravidezes gemelares
- atraso do crescimento intrauterino - o crescimento de cada feto numa gravidez múltipla torna-se mais lento do que numa gravidez única após as 28 semanas, quando o peso total dos gémeos é de cerca de 3,5 kg. Este facto tem uma influência importante no aumento da mortalidade perinatal, especialmente com o aumento do trabalho de parto prematuro
- hipertensão induzida pela gravidez, incluindo eclâmpsia - 3 vezes mais do que na gravidez única
- anemia - mais comum apenas se os suplementos dietéticos, como o ferro e o folato, e a nutrição geral não forem aumentados para responder ao aumento da procura fetal
- polihidrâmnio - ocorre em 12% das gestações gemelares
- malformações congénitas - aumentam os defeitos do tubo neural, as anomalias cardíacas e a incidência dos síndromes de Turner e de Klinefelter. Em geral, as malformações ocorrem duas vezes mais frequentemente em gravidezes gemelares do que em gravidezes únicas
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