- a trombocitose reactiva (TR) pode ser responsável por mais de 85% dos casos de trombocitemia
- as causas de trombocitose reactiva (incluindo inflamação, infeção, hemorragia e deficiência de ferro) devem ser excluídas antes de se fazer um diagnóstico de trombocitemia essencial (TE)
- nas mulheres em idade reprodutiva, deve ter-se em conta a maior prevalência de deficiência de ferro
- No entanto, tenha em atenção que qualquer grau de trombocitose persistente, quer cumpra ou não o critério convencional de ser superior a 600×109/l, deve ser procurado para o possível diagnóstico de TE
- as causas de trombocitose reactiva (incluindo inflamação, infeção, hemorragia e deficiência de ferro) devem ser excluídas antes de se fazer um diagnóstico de trombocitemia essencial (TE)
Referência:
- Gangat N, Tefferi A. Myeloproliferative neoplasms and pregnancy: overview and practice recommendations (Neoplasias mieloproliferativas e gravidez: visão geral e recomendações práticas). Am J Hematol. 2021 Mar 1;96(3):354-66.
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