O sopro contínuo ocorre quando existe uma comunicação na circulação com um gradiente de pressão contínuo ao longo do ciclo cardíaco. O sopro contínuo é frequentemente máximo no final da sístole. Isto ajuda a distinguir um sopro contínuo de um sopro de ejeção acompanhado de um sopro diastólico precoce. As possíveis causas de um sopro contínuo incluem:
- comunicação entre a aorta e a artéria pulmonar, como a persistência do canal arterial - máximo abaixo da clavícula esquerda
- comunicação arteriovenosa sistémica: - congénita, por exemplo, aneurisma do seio de Valsalva da aorta que se rompe no coração direito - adquirida em resultado de traumatismo, por exemplo, ferida de faca
- comunicações arteriovenosas pulmonares
- anastomose da artéria brônquica na atresia pulmonar
- condutas artificiais (derivação de Waterson ou Blalock)
- válvula protésica
- hum venoso
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