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Prognóstico

Traduzido do inglês. Mostrar original.

Equipa de autores

Após a primeira crise, durante dois anos a partir daí, cerca de 60% das pessoas não tratadas não terão mais crises.(1)

A remissão (ausência de crises durante 5 anos, com ou sem tratamento) ocorre em cerca de 70% dos doentes com epilepsia.(1)

  • os restantes 20-30% das pessoas desenvolverão epilepsia crónica, que é normalmente tratada com antiepilépticos (1)

As pessoas com epilepsia têm uma taxa de mortalidade mais elevada do que a população em geral (2)

Num estudo realizado no Reino Unido (2), o número de mortes na base de dados aumentou 69% entre o primeiro e o último ano do estudo (2014 em comparação com 2004)

  • a epilepsia foi considerada como causa contribuinte em aproximadamente 45% das mortes de pessoas com menos de 35 anos
  • os factores associados ao aumento do risco de morte incluem
    • idas aos serviços de urgência e/ou internamentos de urgência
    • politerapia com medicamentos antiepilépticos (DAE)
    • status epilepticus
    • depressão
    • e lesões
  • a ausência de convulsões no ano anterior foi associada a um risco reduzido de morte

O estudo UK Biobank (n=329.432; 2699 com epilepsia) revelou que os doentes com epilepsia apresentavam um risco acrescido de todas as arritmias cardíacas (HR 1,36; IC 95% 1,21-1,53), fibrilhação auricular (FA) (1,26) e outras arritmias cardíacas (1,56), especialmente nos doentes que utilizavam carbamazepina e ácido valpróico, em comparação com os doentes sem epilepsia (3)

Referências:


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