10-20% das crianças com autismo infantil começam a melhorar entre os 4 e os 6 anos de idade e são capazes de frequentar escolas normais e ter um emprego normal.
10-20% das crianças com esta condição podem viver em casa, mas frequentam escolas especiais e não podem ter um emprego normal.
Cerca de 60% das crianças apresentam poucas melhorias e são incapazes de levar uma vida autónoma, necessitando a maioria de cuidados residenciais de longa duração.
As crianças que melhoram continuam a apresentar dificuldades de linguagem, frieza emocional e comportamentos estranhos.
Existe um risco acrescido de desenvolvimento de epilepsia na adolescência. (2)
Referência
- Steinhausen HC, Mohr Jensen C, Lauritsen MB. A systematic review and meta-analysis of the long-term overall outcome of autism spectrum disorders in adolescence and adulthood. Ata Psychiatr Scand. 2016 Jun;133(6):445-52.
- Besag FM. Epilepsia em pacientes com autismo: ligações, riscos e desafios de tratamento. Neuropsychiatr Dis Treat. 2017 Dec 18;14:1-10.
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