As escleróticas azuis resultam de um afinamento congénito das escleróticas. O epitélio subjacente é visível, dando um aspeto azulado.
As escleróticas azuis estão sobretudo associadas à osteogénese imperfeita dos tipos I e II, sendo esta última fatal e, por conseguinte, não observada na prática clínica de adultos.
Outras associações incluem:
- Síndroma de Ehler danlos
- pseudoxantoma elástico
- Síndroma de Marfan
A esclerótica azul pode também ser adquirida através da utilização prolongada de corticosteróides.
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